Serviços · AI Leadership Lab · Trilha de liderança
Um dia para decidir onde a IA entra, e o que continua sendo decisão sua.
Não é aula sobre IA. É um dia de decisão conduzido, com o material da própria empresa na mesa. No fim, a liderança sai com três coisas decididas e escritas: onde a empresa vai investir em IA nos próximos noventa dias, quais decisões continuam exigindo assinatura de pessoa, e o que cada área faz nos próximos trinta dias.
Gratuito e sem compromisso. Um dos sócios responde em até um dia útil.
Sobre a h|ve Platform
A habilitação deixa de ser evento e vira o começo da operação governada.
Todos os serviços da h|ve rodam sobre a mesma plataforma. Quando o cliente tem a h|ve Platform, os artefatos entram nela como contexto e alçada declarados, e a habilitação vira o começo da operação governada. Quando não tem, os artefatos funcionam sozinhos em formato aberto. O lab não exige a plataforma, e não é isca para ela.
O que este serviço toca
Map · contexto
Flow · orquestração
Guard · barreira
Judge · desvio
Ledger · registro
A matriz de alçada vira a alçada do projeto. As regras de uso viram política. A pergunta «onde fica o registro» é respondida pelo Ledger.
O que fica na plataforma depois deste serviço
A carteira priorizada, a matriz de alçada com nomes reais e as regras de uso, como contexto que o Scan & Go e o FDE Velocity já encontram decidido. A liderança decidiu primeiro, e o time que implanta não precisa adivinhar o que continua sendo decisão de pessoa.
O problema
A ferramenta chegou antes da decisão.
Já existe uso de IA na empresa, mesmo que desigual e sem método. O lab serve para organizar, não para introduzir. Os três sintomas abaixo estão em quase toda empresa de cento e cinquenta a mil e quinhentas pessoas, e nenhum deles é um problema de ferramenta.
Cada área usa IA de um jeito, boa parte em conta pessoal com documento da empresa dentro.
Ninguém consegue dizer quanto a empresa gastou com IA no último trimestre, nem em qual entrega.
Quando a máquina decidir alguma coisa sozinha, não existe hoje um lugar onde isso fique registrado.
Nenhum desses três se resolve com treinamento de ferramenta, porque nenhum deles é um problema de ferramenta.
A régua do dia
Capacidade não é autoridade.
Inteligência é processar: cruzar dado, achar padrão, aplicar regra conhecida. Julgamento é decidir com informação incompleta e sustentar a decisão diante de quem discorda. A máquina pode ter muita capacidade numa tarefa e nenhuma autoridade sobre ela. O lab existe para a liderança decidir, linha a linha, onde fica essa fronteira na própria empresa.
Como funciona
Quatro passos, e o dia é o do meio.
O levantamento escolhe os desafios que vão para a mesa e descobre onde estão os conflitos antes do dia, nunca durante. O dia decide. Os artefatos saem no fim do dia. O acompanhamento, trinta dias depois, é a conversa em que a liderança olha o que aconteceu, com dado real de trinta dias na mesa.
01 · de 12 a 21 dias antes
Levantamento de noventa minutos
Com quem contratou, mais duas pessoas no máximo. Contexto, o uso que já existe, os desafios candidatos e as restrições de dado. Três dias antes do lab, uma página com os três desafios escolhidos, os nomes da matriz e a agenda confirmada.
02 · o dia
Oito horas, três exercícios longos
Menos de duas horas de conteúdo e mais de quatro de trabalho sobre o material da própria empresa, em três exercícios longos: a carteira de iniciativas, com tudo que a empresa já faz ou quer fazer com IA classificado e priorizado; a matriz de alçada, com o que a máquina faz, em que nível e quem assina; e as regras de uso de IA, numa página. O fechamento transforma isso num compromisso de trinta dias por área. Toda decisão sai com nome, e nada fica para depois do dia.
03 · em até 48 horas
Quatro artefatos, em formato aberto
A matriz de alçada, a carteira de iniciativas, as regras de uso de IA e o plano de trinta dias. Digitados, revisados e enviados em até dois dias, porque artefato digitado depois disso perde a energia da sala.
04 · trinta dias depois
Acompanhamento de noventa minutos
Com as mesmas pessoas: o que cada área fez, não fez ou fez diferente, a matriz revista contra a realidade e a decisão por área de subir o nível, trocar a pergunta ou insistir. Está dentro do escopo do lab.
O que fica com a empresa
Quatro artefatos, e o dia inteiro é uma operação de redução.
A carteira do primeiro exercício costuma sair com trinta itens, a matriz da tarde reduz para três iniciativas, e o fechamento reduz para um compromisso por área. A entrega mais valiosa não é a lista do que fazer, é a permissão de ignorar o resto até que isto aqui esteja feito.
A matriz de alçada
Para cada decisão ou tarefa: quem decide hoje, a natureza, o que a máquina pode fazer, em que nível de autonomia, quem assina e onde fica o registro.
Por que importaÉ o artefato principal, e o que o CTO leva para a reunião de segurança na semana seguinte junto com as regras de uso.
A carteira de iniciativas
Iniciativa, área, camada, natureza, status, esforço, valor esperado e a decisão: seguir, parar ou esperar.
Por que importaA coluna da decisão aceita parar, e é isso que a torna carteira e não lista de desejos.
As regras de uso de IA
Oito perguntas, uma página, no máximo duas. Que dado nunca entra em modelo, conta corporativa ou pessoal, o que precisa de revisão humana, quem aprova exceção, quem é o dono.
Por que importaA linha do dono é a única que não pode sair em branco. O inimigo é a política de quinze páginas que ninguém lê.
O plano de trinta dias
Uma linha por área: a pergunta escolhida, o dado necessário, a ação, o nível, o dono, a data e um indicador mensurável na semana um.
Por que importaCascata é esperança. Plano com dono e prazo é mecanismo.
Do aceite ao acompanhamento
Três datas não escorregam.
Se o material da empresa não chegou catorze dias antes, o lab não está confirmado. Os artefatos saem em até quarenta e oito horas. E o acompanhamento, se precisar mudar, muda para antes, nunca para depois.
T menos 21Aceite e dataA data do lab fica marcada, e com ela a do levantamento e a janela do acompanhamento.
T menos 18 a 14Levantamento e materialNoventa minutos com quem contratou. Organograma, lista de iniciativas e um processo crítico, por escrito.
T menos 10 a 3Desafios escolhidos e página de preparaçãoOs três desafios, os nomes da matriz, o convite formal aos participantes e a agenda confirmada.
T e T mais 2O lab, e os artefatos digitadosO dia inteiro com um sócio, e o pacote em formato aberto em até quarenta e oito horas.
T mais 30O acompanhamentoNoventa minutos, online, com as mesmas pessoas, e dado real de trinta dias na mesa. Dois dias depois, a nota de fechamento.
O ciclo só conta como fechado quando as três acontecem.
A resposta chega sozinha, com a frequência definida, sem ninguém puxar relatório. Existe uma ação acontecendo a partir dela, mesmo que seja apenas um aviso. E o indicador foi medido pelo menos duas vezes, e dá para dizer se mexeu. Duas de três não conta.
Para quem é
O lab só produz decisão quando três coisas estão na sala.
Três critérios precisam estar presentes, e o primeiro é inegociável. Quando falta algum, o dia produz ata em vez de decisão, e existe outra trilha que responde melhor à pergunta da empresa.
CabeOs três critérios
Presença de quem decide, o dia inteiroSe o fundador ou o C-level não fica, o lab não produz decisão, produz ata. Sem presença integral, a data é remarcada. Combinamos isso antes, não na véspera.
Um desafio real disponívelJá existe uso de IA na empresa, mesmo que desigual, e pressão declarada: conselho perguntando, concorrente se mexendo, ou um piloto que parou sem explicação.
Autorização para falar de dadoOrganograma, iniciativas em curso e um processo crítico na mesa. De cento e cinquenta a mil e quinhentos funcionários, com time de tecnologia próprio ou fornecedor fixo.
Não cabeE para onde apontamos
Quer treinar o time operacional inteiroA turma grande quebra o formato. AI Workforce Lab, depois que a liderança passou por aqui.
Quer mandar o time técnico no lugar da liderançaO produto decide alçada, e alçada não se delega. Conversa com quem decide, ou o AI Agent Lab, que é técnico de propósito.
Quer provar retorno de uma iniciativa em cursoA pergunta é financeira, não de alçada. AI Value Discovery.
Quer certificado para o time, ou sair com um agente rodandoNão emitimos certificação e não preparamos para prova. Dizemos isso na primeira conversa, sem rodeio.
Fundador ou CEO
Você sai com a decisão tomada e escrita, não com uma lista de recomendações para avaliar depois.
Liderança técnica
O time já usa IA, boa parte fora do radar. O exercício de regras de uso traz isso para a mesa em uma tarde, com dono definido.
RH ou operações
Turma fechada, no calendário que você definir, com material e convite prontos. Você organiza, não prepara.
Quem conduz
Quem conduz constrói e opera uma plataforma de governança de IA, e ensina o método que aplica à própria empresa.
Um dos sócios, presente o dia inteiro, do levantamento ao acompanhamento. Quem conduz o dia é quem digita os artefatos e quem volta trinta dias depois para olhar o que aconteceu.
André JB RodriguesCofundador e Líder de Negócios
Conduz o levantamento, o dia e o acompanhamento. Traduz a carteira de iniciativas em decisão de investimento e a matriz de alçada em modelo de operação.
Gustavo HartzCofundador e Líder de Tecnologia
Responde pela plataforma onde os artefatos entram quando o cliente a tem, e pelo exercício de regras de uso quando a turma pede a resposta técnica sobre dado e modelo.
Perguntas
As perguntas de quem aprova.
As que o comitê faz antes de liberar a agenda da diretoria por um dia inteiro.
Quanto tempo o meu time fica parado?
A liderança, um dia inteiro, e esse é o critério inegociável. Quem contratou, mais noventa minutos antes e noventa depois. O time operacional não para: este lab é da liderança, e o AI Workforce Lab é o que chega até o time, depois.
Nosso dado sensível entra em algum modelo durante o lab?
Não. O dia é feito em artefatos abertos, com o material que a empresa autorizou trazer, e nada é enviado a modelo de terceiro. É a mesma arquitetura que sustenta a plataforma: chave no nome do cliente, dado que não sai de casa, e o exercício de regras de uso existe exatamente para a empresa decidir o que nunca entra em modelo.
Precisa de alguma ferramenta?
Nenhuma. O lab não exige a h|ve Platform nem ferramenta de IA específica. Quando a plataforma existe, os artefatos entram nela como contexto e alçada declarados; quando não existe, funcionam sozinhos em formato aberto.
O que acontece no dia seguinte ao lab?
Cada área tem um compromisso de trinta dias com dono, data e indicador mensurável na semana um, e a data do acompanhamento já está na agenda de todos. Em quarenta e oito horas os quatro artefatos chegam digitados. Trinta dias depois, a sessão olha o que fez, não fez ou fez diferente.
Dá para fazer com uma área antes de decidir sobre a empresa toda?
Sim. Uma unidade de negócio, um processo crítico e o material dela na mesa. A matriz de alçada sai da mesma forma, só com menos linhas.
Em quanto tempo começa?
De duas a três semanas após o aceite, com o levantamento de noventa minutos no meio.
O próximo passo
Qual pergunta a sua empresa precisa responder primeiro?
Três campos, e um dos sócios responde em até um dia útil. A terceira pergunta faz o trabalho pesado: ela diz em qual trilha a empresa deveria começar.