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Serviços · FDE Velocity

Da próxima vez, o seu time não começa do zero.

Um engenheiro da h|ve dentro do seu time, construindo a solução na sua realidade. Em seis semanas você tem uma capacidade em produção, e o modelo do seu negócio fica registrado na sua casa, em formato aberto.

Gratuito. Você sai com os quatro critérios respondidos e um sim ou um não honesto sobre caber em seis semanas.

Roda na sua stack, com as suas contas. Nada de ferramenta nova para o seu time aprender.

  • GitHub
  • GitLab
  • AWS
  • Anthropic
  • OpenAI
  • Gemini
  • Slack
  • Jira
  • Linear
  • VS Code
  • Cursor
  • MCP
O problema

Você já pagou pela mesma curva de aprendizado três vezes.

A cada projeto, o fornecedor entra, aprende como a sua empresa funciona, entrega o sistema e vai embora. O que ele aprendeu sobre o seu negócio sai pela porta junto com ele. No projeto seguinte, outro fornecedor entra e a conta recomeça.

Projeto 1fornecedor A
O que ficouO sistema.O que saiuTudo o que ele aprendeu sobre você.
Projeto 2fornecedor B
O que ficouOutro sistema.O que saiuA mesma curva, paga de novo.
Projeto 3fornecedor C
O que ficouMais um sistema.O que saiuNinguém da casa sabe explicar o porquê de cada regra.

Por isso o segundo projeto custa quase o mesmo que o primeiro.

A pergunta do diagnóstico

Quando o último fornecedor terminou e foi embora, o que ficou aqui dentro além do sistema?

Quase sempre a resposta é «nada», e quem responde escuta a si mesmo dizendo isso. A partir daí a conversa deixa de ser sobre tecnologia e passa a ser sobre o que a sua empresa acumula, ou deixa de acumular, a cada projeto.

O que muda aqui

O engenheiro vai embora no fim. O contexto fica.

A diferença não é o engenheiro ser melhor. É ele trabalhar sobre a h|ve Platform, que registra o modelo do seu negócio enquanto o trabalho acontece. A maioria dos fornecedores não tem uma plataforma embaixo do serviço, e por isso cada projeto deles começa de novo. Aqui, o segundo projeto parte de uma base que já existe, e o terceiro parte de uma base maior.

01

Dentro do seu time

O engenheiro trabalha no seu ambiente, com as suas regras e as suas contas. Não é um squad paralelo que te entrega um pacote no fim.

02

O contexto fica registrado

Enquanto o trabalho acontece, a plataforma guarda as regras, os donos, as decisões e o motivo de cada uma. Da próxima vez, o time não recomeça do zero.

03

Alguém seu conduz a última entrega

Na semana 6, uma pessoa do seu time leva uma entrega inteira com o nosso engenheiro apenas olhando. Esse é o gate de saída, e sem ele o bloco não termina.

A conta do segundo projeto

Onde vai o seu dinheiro em cada projeto

Fábrica de software

O que a fábrica aprendeu sobre o seu negócio vai embora com ela. A curva se repete inteira.

FDE Velocity sobre a h|ve Platform

O contexto é instalado uma vez e fica na sua casa. Cada ciclo começa de onde o anterior parou, e a presença da h|ve diminui.

Esquema de posicionamento, não medição. O número que vale é o seu, medido na sua empresa durante o projeto. A seção «A conta que medimos junto» explica como.

  • Você consegue responder quem decidiu o quê, meses depois.Cada decisão fica com autor, base e custo, sem remontar de chat e reunião.
  • O conhecimento do seu negócio fica na sua casa.Regras, donos e políticas da área, escritos de um jeito que a máquina consulta.
  • Nada vai para produção sem alguém do seu time aprovar.A matriz de alçada diz o que é da máquina, o que é de pessoa, e quem assina.
  • Da próxima vez, o time não recomeça do zero.O próximo trabalho começa com o ambiente pronto e o contexto no lugar.
  • A chave e a conta do modelo são suas.O consumo de LLM cai na sua fatura, no provedor que você escolher. Trocar de modelo não depende da gente.
  • Se trocar de fornecedor, continua tudo seu.Nenhum artefato sai em formato proprietário nem depende de a h|ve seguir no projeto para ser lido.
Como funciona

Seis semanas, e cada uma só termina quando o gate passa.

A semana não acaba porque o calendário virou. Acaba quando o critério de saída está cumprido. É o mesmo princípio do Scan & Go, e é o que faz um bloco fechado continuar fechado.

  1. 01Entrar na operação e fechar o escopo

    Gate de saídaA capacidade a construir está escolhida, com critério de aceite escrito e patrocinador com nome.

    O que fica prontoEscopo acordado, linha de base declarada, acesso liberado.

  2. 02Instalar o harness

    Gate de saídaRepositório, CI, Guard no editor e quadro rodando, com o primeiro card atravessando o fluxo de ponta a ponta.

    O que fica prontoAmbiente governado, alçada configurada.

  3. 03Destilar o contexto

    Gate de saídaO Map cobre a capacidade escolhida: regras, donos, políticas e o que o negócio faz de verdade.

    O que fica prontoPrimeira versão do Map, validada com os seus líderes.

  4. 04Construir

    Gate de saídaA primeira fatia funcional passa no critério de aceite da semana 1.

    O que fica prontoSoftware rodando em homologação.

  5. 05Endurecer e medir

    Gate de saídaA capacidade está em produção e o custo por entrega está medido no Ledger.

    O que fica prontoProdução, mais o custo real por card.

  6. 06Transferir

    Gate de saídaAlguém do seu time opera o fluxo sem o FDE do lado, por uma entrega inteira. Se esse gate não passa, estendemos a semana em vez de declarar concluído.

    O que fica prontoManual de operação e a base medida para o próximo ciclo.

Uma capacidade, não três.Escopo que não cabe em quatro semanas de construção não entra. O resto vira ciclo seguinte.
Critério de aceite escrito antes do código.Sem combinado não existe entrega concluída, só opinião sobre o resultado.
Linha de base declarada.Quanto custa e quanto demora fazer isso hoje, do jeito atual. É o número que a medição compara depois.
Depois da Fundação

Ciclos de quatro semanas, enquanto fizer sentido.

Renováveis enquanto houver próxima capacidade com valor claro. Cada ciclo entrega mais capacidade sobre a base que a Fundação instalou. O primeiro deles é o que prova a tese, porque é o primeiro trabalho que começa com o contexto já no lugar.

A curva de autonomia
MomentoO nosso engenheiroO seu time
FundaçãoConstrói, com o time acompanhandoAprende o fluxo, aprova os gates
Ciclo 1Constrói juntoParticipa da construção
Ciclos 2 e 3Revisa e desbloqueiaConstrói
DepoisArquitetura e gate, sob demandaOpera sozinho

A presença da h|ve diminui ao longo dos ciclos. Isso é desenho do produto, não risco escondido.

No fim de cada ciclo, três saídas
Renovar

Existe próxima capacidade com valor claro, e a medição sustenta.

Pausar

O seu time assume e volta quando precisar. A camada de contexto continua funcionando sem a gente.

Encerrar

O escopo acabou. Você fica com tudo, e a porta continua aberta.

Pausar é oferecido, não escondido. A última semana de todo ciclo fecha com a medição comparada ao anterior, então renovar é decisão com número, e não aposta.

O que fica com você

Sete coisas ficam. Todas suas, em formato aberto.

Tudo no seu ambiente, legível sem a h|ve. Nada disso depende de a gente continuar por perto.

  1. A capacidade em produção

    O software que resolve o problema escolhido na semana 1, rodando na sua stack.

    Por que importaÉ o que paga o bloco sozinho.

  2. O Map da operação

    Capacidades, regras de negócio, donos e políticas da área atendida.

    Para o segundo projetoÉ o contexto que a fábrica leva embora e aqui fica. Sem ele, o próximo projeto recomeça.

  3. A matriz de alçada

    Que decisão é da máquina, que decisão é de pessoa, e quem assina cada uma.

    Para o segundo projetoDefine o que pode acelerar sem pedir autorização nova a cada vez.

  4. O harness configurado

    Repositório, CI, gates, Guard no editor e o quadro do fluxo.

    Para o segundo projetoO próximo trabalho começa com o ambiente pronto.

  5. A trilha de decisões

    O Ledger com autor, autoridade, base e custo por entrega.

    Para o segundo projetoResponde quem decidiu o quê, meses depois.

  6. A linha de base e a medição

    O antes declarado e o depois medido.

    Para o segundo projetoÉ o número que você usa internamente para aprovar o próximo ciclo.

  7. O manual de operação

    Como o seu time opera o fluxo sem o FDE.

    Para o segundo projetoSem ele, o conhecimento ficou na plataforma e não nas pessoas.

Se amanhã você trocar de fornecedor, isso tudo continua seu. A chave de LLM é sua desde o primeiro dia, e a conta do modelo cai na sua fatura.

A conta que medimos junto

Não vamos te prometer um percentual.

Você já ouviu percentual demais e nunca conseguiu conferir nenhum. O que oferecemos é outra coisa: na primeira semana a gente declara junto quanto custa e quanto demora fazer isso hoje na sua empresa. No fim do primeiro ciclo você tem a sua própria conta, com os seus números, e decide com ela na mão.

  1. Semana 1Linha de base declaradaQuanto custou e quanto demorou a última entrega equivalente, do jeito atual. Declaração sua, assinada. Não é medição nossa.
  2. Semanas 4 e 5Custo e prazo da FundaçãoDo Ledger: custo por card e por modelo, mais o tempo entre a spec aprovada e a produção.
  3. Semana 6Tempo de revisão por entregaQuanto o seu time gasta revisando, que é a medida de qualidade da operação.
  4. Ciclo 1A primeira entrega com o contexto instaladoA mesma medição, agora com o Map e o harness prontos.
  5. Fim do ciclo 1A comparaçãoA diferença entre a Fundação e o ciclo 1 é a tese do segundo projeto, medida na sua empresa.
O que pode acontecer, dito antes

A medição pode mostrar um ganho menor do que a tese supõe. É um resultado legítimo, aceito antes de começar, e o número fica com você de qualquer jeito. Preferimos que você saiba em janeiro a descobrir em junho.

Prova de operação própria

A h|ve constrói a própria plataforma desse jeito, todo dia.

Números da operação da h|ve medidos em 30/10/2026. São da nossa casa, não de cliente, e estão rotulados assim de propósito.

605specs aprovadas antes do código
659pull requests, contados no repositório
12.150testes automatizados
952.320casos de conformidade
Para quem é

Para quem cabe, e para quem não cabe.

Seis semanas no problema errado custam um trimestre do seu time. Os quatro critérios abaixo são as perguntas do diagnóstico. Se alguma não fecha, dizemos na primeira conversa e apontamos o caminho certo.

CabeOs quatro critérios
  • Escopo que cabeQual capacidade dá para colocar em produção em quatro semanas de construção? Escopo grande demais transforma a Fundação em fracasso anunciado.
  • Dono técnico para receberQuem do seu time vai operar isso depois que a gente sair? Sem essa pessoa, o conhecimento não fica.
  • Linha de base declarávelQuanto custou e quanto demorou a última entrega parecida? Sem o antes, a medição não existe.
  • Acesso ao ambienteEm quanto tempo conseguimos acesso a repositório, dado e ambiente? Duas semanas esperando acesso comem um terço do bloco.
Não cabeE para onde a gente aponta
  • Quer substituir a fábrica inteira de uma vezNão cabe em seis semanas. Começamos com uma capacidade e conversamos sobre o resto depois.
  • Quer corpo técnico por horaÉ o produto da fábrica, e não trabalhamos por hora. Recusamos, sem contraproposta.
  • Não tem ninguém técnico internamenteA transferência da semana 6 não acontece. AI Enablement Labs primeiro.
  • O problema ainda não está escolhidoA semana 1 viraria um discovery disfarçado. AI Value Discovery, que existe exatamente para isso.
Quem entra no seu time

Quem faz o diagnóstico é quem entrega.

Somos dois sócios, negócios e tecnologia, e construímos a h|ve Platform usando a própria plataforma. O diagnóstico e o gate de cada semana são com os sócios, do primeiro dia ao último.

André JB Rodrigues
André JB RodriguesCofundador e Líder de Negócios

Conduz o diagnóstico de 45 minutos e a relação durante o bloco. Traduz a operação real da sua empresa no critério de aceite da semana 1.

Gustavo Hartz
Gustavo HartzCofundador e Líder de Tecnologia

O arquiteto no gate: de quatro a seis horas por semana em cada bloco, aprovando o que passa de uma semana para a outra. Responde pela plataforma, do Map ao Guard.

O engenheiro dedicadoForward Deployed Engineer, de 30 a 35 horas por semana

Trabalha dentro do seu time pelas seis semanas, sobre a h|ve Platform. Na semana 6 ele só observa, enquanto alguém seu conduz a entrega inteira.

Perguntas

As perguntas de quem assina.

As que quem decide faz, e não as que um arquiteto faria.

Quanto tempo o meu time precisa dedicar?

Um patrocinador com nome na semana 1, os líderes da área validando o Map na semana 3, e o dono técnico acompanhando o fluxo desde a semana 2. Na semana 6 essa pessoa conduz uma entrega inteira sozinha. Sem esse tempo, a transferência não acontece e o bloco não termina.

O que acontece se o escopo mudar?

Acontece, e com frequência. Na semana 1 o escopo muda livremente. Da semana 2 em diante, mudança é troca, não acréscimo, e fica registrada com quem pediu e por quê. O que não cabe vira o primeiro ciclo.

De quem é o código?

Seu. Todo código e todo artefato ficam no seu ambiente, em formato aberto, e nenhum depende de a h|ve continuar no projeto para ser lido.

O que continua rodando quando o engenheiro sai?

A camada de contexto, na h|ve Platform: o Map, a matriz de alçada e o Ledger continuam vivos e consultáveis pelo seu time, e é deles que o próximo trabalho parte. O consumo de LLM segue no provedor que você escolher, com a sua chave e na sua fatura, então trocar de modelo não depende da gente.

O que acontece quando as seis semanas acabam?

Você decide com a medição na mão: renova para um ciclo de quatro semanas, pausa e o seu time assume, ou encerra e fica com tudo. As três saídas são legítimas, e pausar é oferecido, não escondido.

Em quanto tempo começa?

De duas a quatro semanas após o aceite, com o acesso ao ambiente já confirmado e a data combinada no diagnóstico.

O próximo passo

Qual seria a primeira capacidade?

Uma conversa de 45 minutos para saber se cabe em seis semanas. Você sai com os quatro critérios respondidos e, se couber, com a data.

Respondemos em até um dia útil. Início de duas a quatro semanas após o aceite.

Prefere escrever? hello@hybridvelocity.com

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